quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Prazer (Érica)

Gustave Courbet, "Baigneuses"
("Deux femmes nues"),
huile sur toile, 1,15 x 1,55 m, 1858, musée d'Orsay

Quero comer-te com meus beijos
Almejo devorar-te por completo
Quero sedenta beber da tua água
Minha língua navegando entre tuas pernas


No roçar ofegante de nossos corpos
Sinto o calor exalando de nossos poros
No ardor exaltado da paixão
Sinto tremer de desejo nossas mãos


Explorando tuas montanhas com meus dedos
Vou sentido sobre meu corpo o teu peso
Apertando-te contra meu peito
no teu alento quente me deleito


Fomos feitas de amor e para amar
Somos ninfas de um mundo de paixão
Onde é proibido viver sem fazer
Outro corpo vibrar de prazer

4 comentários:

Natália Augusto disse...

Obrigada pela visita ao meu blogue.


Este seu poema é lindo e é verdade que somos feitas de amor e somos o próprio amor.

Alimontero disse...

Obrigada pela visita!
Yo escribo en español Erica, y he encontrado un bello espacio para la mujer y su expresión!
Felicidades!!

Ali

FRANCISCO PINZÓN BEDOYA disse...

¿El placer se siente cuando se da o cuando se recibe? Cre que un poco de los dos vientos enconmtrados se siente en tu poesías... Lindo BLOG. Volveré

Saludos desde Medellín

Ana Diniz disse...

Poesia primorosa, deliciosa.

Abraços.