terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

“Mulheres entre luzes e sombras”

Ipas promove exposição fotográfica “Mulheres entre luzes e sombras” no Congresso Nacional em março


Ipas Brasil realizará, de 23 de março a 8 de abril, no espaço mais nobre da Câmara dos Deputados em Brasília – o Corredor de Acesso ao Plenário -, a exposição fotográfica “Mulheres entre luzes e sombras”, do fotógrafo João Roberto Ripper, amplamente reconhecido como um dos melhores fotógrafos brasileiros que trabalha com temas sociais. A iniciativa tem a parceria das seguintes organizações: CFEMEA, Articulação de Mulheres Brasileiras, Articulação Nacional de Mulheres Negras, Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, Rede Nacional Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, Plataforma Dhesca – Relatoria Direito à Saúde, Jornadas Brasileiras pelo Direito ao Aborto Legal e Seguro, Liga Brasileira de Lésbicas, Jovens Feministas, e Fórum Nacional de Mulheres Negras.

A exposição foi selecionada no edital aberto pelo Espaço Cultural Câmara dos Deputados e considerada de grande importância para a sociedade.

A iniciativa versa sobre mulheres ameaçadas em seus direitos. Mulheres que têm de mergulhar em si mesmas e nos contatos com as pessoas que amam, buscando, sem seus arquétipos, equilíbrio, alegria e força para resistir às discriminações de que são vítimas.

Numa divisão temática, a exposição apresenta quatro blocos que são, ao mesmo tempo, distintos, mas que se entrelaçam, pois pretendem contar histórias que apresentam a vida dessas mulheres, como se formassem um todo.

Os blocos, que têm o objetivo de discutir a questão da mulher, seus direitos e opressões, estão divididos da seguinte maneira:

Bloco 1 - Corpos explorados - A vida profissional; o trabalho como meio e busca de si mesmas;

Bloco 2 – Corpos Violados – A violência contra as mulheres, marcada por uma desigual distribuição de poder, traduzindo-se pela omissão, por palavras ou ações que afetam a integridade física, psicológica ou sexual;

Bloco 3 – Corpos ameaçados - O universo proibido; as mulheres perseguidas pelo fato de terem cometido algum dia um aborto e as mulheres que podem assumir os caminhos e decisões sobre seus corpos;

Bloco 4 – Corpos livres - As mulheres que conseguem transpor obstáculos, reconstruir forças para seguirem mulheres, mães, conselheiras, fazedoras, contadoras de histórias de vida, cidadãs.

A exposição também contará com a apresentação artística do grupo Loucas de Pedra Lilás, especializadas em promover, através do teatro e com humor, as posturas cidadãs, quer sejam nas relações entre homens e mulheres, quer sejam nas questões urgentes e atuais como educação sexual e reprodutiva ou ainda prevenção e combate à violência, entre outras.

Exposição “Mulheres entre luzes e sombras”
Visitação: 23 de março a 8 de abril de 2010, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h
Local: Corredor de Acesso ao Plenário – Congresso Nacional, Brasília

Fevereiro 2010 - Evanize Sydow  Fonte:  http://www.ipas.org.br/revista/jan_fev10.html#AemD

 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Posse do Conselho Estadual LGBTT de Goiás

A Semira empossou nesta 4ª.feira, 10/02/2010, os membros de três novos Conselhos constituídos pelo Governo do Estado: da Juventude (Conjuv), para Assuntos Indígenas (CEAI) e do Conselho Estadual de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais- (LGBTT), em solenidade presidida pela la. Dama do Estado Raquel Rodrigues.

Beth Fernandes - presidente da ASTRAL - disse da marca profunda que deixa nesse segmento de gênero o preconceito e a discriminação, mas que agora com o Conselho pode-se construir uma cidadania sem constrangimentos, “hoje com essa estrutura e atitude do Governo goiano fico emocionada, e o mundo se torna plural, o que faz o mundo mais colorido, e não só cor de rosa”.





Componentes da mesa

Participantes (eu lá no meio)
Beth Fernandes


A criação desse Conselho não foi uma decisão da Semira ou do Governador de Goiás, mas foi conquistado com muita luta do movimento LGBTT e com o sangue de cada homossexual assassinado em nosso estado.
Espero que esse seja um espaço democrático, de reinvindicações e que os conselheiros possam deliberar sempre em favor da justiça, da igualdade e da dignidade para a população LGBTT do Estado de Goiás.